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A Distribuição PDF 
Qua, 13 de Setembro de 2017 00:00

 

 

 

A Petrobras é a principal supridora de Gás Natural da CEGÁS, garantindo o abastecimento por meio de duas fontes de suprimentos.

 

 

 

 

 

 

 

Gasoduto Guamaré-Pecém

 

 


O gasoduto de 331km em Aço Carbono, denominado GASFOR, interliga os municípios de Guamaré/RNe São Gonçalo do Amarante/CE. Esse gasoduto é capaz de transportar um volume de 650mil m³/dia de Gás Natural, superior aos 520mil m³/dia que temos contratado com a Petrobras. Ou seja, o gasoduto é capaz de suprir 25% a mais do que o volume máximo diário contratado pela CEGÁS, o que nos garante, com folga, o abastecimento diário de todos os nossos clientes.

 

O GASFOR está interligado com vários estados do Brasil, por meio de uma rede gasodutos que se inicia no Rio Grande do Sul, tendo como ponto final o Terminal Portuário do Pecém/CE. Em qualquer estado, ao longo do trajeto, a Petrobras é capaz de injetar Gás Natural.

 

Ao longo do percurso, o GASFOR sofre derivações para distribuição em municípios distintos do estado do Ceará. Essas derivações são chamadas de Estações de Transferência de Custódia (ETC), existentes nos municípios de: Aracati, Horizonte, Maracanaú, Aquiraz, Caucaia e São Gonçalo do Amarante, no distrito de Pecém.

 

Das ETC’s de Aracati, Horizonte, Caucaia e Pecém, partem redes de gasodutos independentes da CEGÁS para distribuição aos clientes da região.

 

As redes de gasodutos que partem das ETC’s de Aquiraz e Maracanaú são interligadas entre si, garantindo o fornecimento de Gás Natural para a Região Metropolitana de Fortaleza com redundância do abastecimento e melhoria da segurança operacional.

 

 

 

Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) do Pecém

 

 


Primeiro terminal flexível de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) no Brasil, o Terminal de GNL do Pecém tem a capacidade de transferir até 7 milhões de m³/dia de Gás Natural para o GASFOR, que por sua vez se interliga a três termoelétricas, sendo duas no Ceará (Termofortaleza e Termoceará) e uma no Rio Grande do Norte (Termoaçu).

 

Quando há a necessidade de abastecimento das térmicas, o GNL é regaseificado e injetado no GASFOR, havendo a inversão do fluxo de Gás Natural para o sentido Pecém-Guamaré. Nessa ocasião, a inversão do fluxo de GNL garante o abastecimento das concessionárias CEGÁS(Ceará) e POTIGÁS (Rio Grande do Norte), além das três térmicas já citadas, o que equivale a um volume de 6millhões de m³/dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

O Terminal de GNL do Pecém consiste em um navio ancorado no Porto do Pecém, com um tanque criogênico que armazena o Gás Natural na forma líquida, a temperaturas inferiores a -160º C.

 

 

 

 

 

 

 

O volume armazenado corresponde a 80 milhões de m³ em estado gasoso, equivalente a uma compressão de mais de 600 vezes do seu volume líquido, garantindo o abastecimento das três térmicas e de todos os demais clientes das CEGÁS e POTIGÁS, durante um período contínuo de 16 dias.

 

O navio ancorado é constantemente abastecido por outros navios em trânsito, por meio de uma transferência de carga líquida. A Petrobras adquire o GNL pelo mercado internacional, com uma logística de abastecimento que garante a recarga do navio a partir de um nível mínimo de líquidos.

 

Na eminência da ocorrência de atrasos no abastecimento do navio, devido a uma eventual falha na logística de transporte marítimo, o despacho das termoelétricas é interrompido, a fim de garantir o consumo dos demais clientes da CEGÁS. Nesse caso, a CEGÁS tanto poderá ser abastecida pelo gás residual do navio, quanto pelo gás oriundo do fluxo normal do GASFOR no sentido Guamaré-Pecém.

 

 

 

Plataforma de Petróleo de Paracuru

 

 


Existe ainda uma plataforma de petróleo off-shore localizada em Paracuru/CE que possui uma produção pequena de Gás Natural. Até 2010, esse gás era entregue a refinaria da Petrobras denominada LUBNOR, por meio de um gasoduto submarino de cerca de 96km de extensão, onde o gás era tratado e entregue a CEGÁS para sua distribuição. A LUBNOR funcionava como uma terceira ETC para suprimento da Região Metropolitana de Fortaleza.

 

Hoje, os poços estão em declínio e o Gás Natural gerado é suficiente somente para uso interno da refinaria, que atualmente necessita do complemento de gás da CEGÁS, passando de supridor a consumidor de Gás Natural da CEGÁS.

 

 

 

Gás Proveniente do Aterro de Caucaia/CE – Biometano

 

 


De todos os combustíveis fósseis provenientes na natureza, o Gás Natural é o que possui a combustão com menor impacto ambiental, devido a menor emissão de carbono para a atmosfera.


Isso se deve ao fato do Gás Natural ser composto basicamente por metano (CH4), hidrocarboneto de menor peso molecular existente na natureza e com a menor quantidade de carbono. Sua queima é mais eficiente, com uma combustão completa de 98% de seu volume, gerando gás carbônico (CO2) e vapor d’água (H2O).

 

Enquanto o Gás Natural emite uma quantidade de carbono equivalente a 15tC/TJ (lê-se tonelada de carbono por Terajaule) de energia gerada, o GLP, por exemplo, possui uma taxa de emissão de 17tC/TJ de energia gerada, o que equivale a uma emissão de carbono 13% mais elevada que o Gás Natural.

 

A CEGÁS conta ainda com um projeto inovador de aproveitamento do biogás proveniente do Aterro Sanitário de Caucaia/CE – ASMOC. O contrato com a empresa GNR – Fortaleza permite o tratamento do biogás oriundo da decomposição da matéria orgânica do aterro para tratamento e transformação em biometano, termo utilizado para o metano proveniente de aterros e biodigestores.

 

Uma usina instalada ao lado do ASMOC permitirá a produção de cerca de 70 mil m³/dia de biometano, que nada mais é que metano, um dos componentes presentes no Gás Natural. A partir de novembro de 2017, o biometano poderá ser injetado diretamente na rede de gasodutos da CEGÁS.

 

Na prática, o biogás que antes seria liberado para a atmosfera em forma de metano, agora será queimado e transformado em gás carbônico. Considerando que o gás carbônico possui um potencial de aquecimento global cerca de 60 vezes menor que o metano, o aproveitamento do biometano para combustão irá gerar um efeito denominado de poluição negativa.

 

Trata-se de uma garantia a mais de suprimento de Gás Natural para os clientes da CEGÁS, de forma limpa, sustentável, contribuindo para a melhoria do meio ambiente.

 

 

 

Nosso sistema de Distribuição

 

 

 

A CEGÁS possui uma estrutura de mais de 450 km de gasodutos. Nossa rede abrange os municípios de Aquiraz, Aracati, Caucaia, Eusébio, Fortaleza, Horizonte, Pacajus, Pacatuba, Maracanaú e São Gonçalo do Amarante (região do Pecém). Outros municípios como Canindé, Itapipoca, Itapajé e Quixadá, possuem postos de combustíveis que são abastecidos através de carretas de Gás Natural Comprimido (GNC).

 

A operação de fornecimento de gás por meio de GNC é chamada de gasoduto virtual, onde as carretas são abastecidas através de estações de compressão localizadas em Fortaleza e Aracati que comprimem o Gás Natural em cilindros a 250 bar de pressão e levam aos municípios onde não existem gasodutos.

 

 

 

 

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